Lula: ausência covarde
O zaip hoje cita um trecho do soberbo artigo de Gianfranco Beting do site JetSite [1] sobre a responsabilidade de Lulla no nosso já cotidiano caos aéreo:
"Lula, o grande artífice do apagão, ao desaparecer publicamente após a tragédia, assinou com seu silêncio a própria culpa de sua administração. O simples fato de que só viria a se pronunciar publicamente na sexta-feira à noite, 72 horas após a tragédia, dispensa maiores explicações. Lula sabe que a incompetência assassina de sua administração é fator diretamente contribuinte tanto para a tragédia do TAM 3054 como para a do Gol 1907. Ao calar-se, certamente buscando tempo para dar uma resposta à Nação, Lula apenas confirmou o que já sabíamos. Que a incompetência histórica de seu governo, através das desastrosas atuações da Infraero, ANAC e do próprio Ministério da Aeronáutica, agora traz em suas mãos o sangue de outras 193 vidas inocentes.
Lula: caso o senhor não tenha percebido, presidentes dignos visitam os palcos de grandes tragédias. Esta semana, o primeiro-ministro francês e o ministro dos transportes daquele país estiveram presentes no local de um acidente rodoviário que matou 26 peregrinos poloneses que se dirigiam a Lourdes. Eles se dignaram a prestar, com a importância de suas presenças, conforto espiritual e respeito aos mortos e às suas famílias. Você, senhor presidente, covardemente escondeu-se, sem ao menos dignar-se a visitar o local da tragédia."
Não é preciso dizer mais nada. Gianfranco arremata com precisão a verdade. Confiram a íntegra do artigo em http://www.jetsite.com.br/2006/mostra_destacando.asp?codi=96
TAM JJ3054 Congonhas: Uma tragédia em meio ao caos
Pra situarmos tudo, nada melhor que voltar no tempo. Leia o editorial do Jetsite [1] que dá uma visão compartilhada pelo escriba sobre o que se passa em nossos ares.
O acidente de terca-feira, 18 de julho de 2007 é uma daquelas porradas que o acaso propicia. Nunca na história deste país houve tantos profetas do apocalipse e nunca eles estiveram todos tão certos. O caos viria, cedo ou tarde, como sempre, a consolidacão, uma vez que nada mudara.

